“A Linguagem como Descrição e Desvio” – ensaio de Plínio Fernandes Toledo

A revolução começa na expressão movida por uma necessidade vital de recuperação da experiência no contexto da vida fragmentada por um sistema que se produz e se reproduz através do isolamento social real e da ilusão de comunhão, de reconhecimento e diálogo.

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Para gostar de filologia – um pequeno piparote – por Júlio Bonatti

Por Júlio Bonatti. Pensar o processo de mudança das línguas nos permite enxergar como há uma autonomia do próprio sistema linguístico em resolver problemas de adaptações fonéticas, por exemplo, em face do papel das ações externas sobre a língua.

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